quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Ativando...Hora de ativar a mente novamente! Volta às aulas e com ela uma grande inquietação... O que fazer no primeiro dia de aula? Como me comportar com criar um plano uma estratégia? A cabeça dando voltas... Como essa é uma inquietação minha também decidi registrar aqui algumas ideias e possíveis sugestões para uma primeira semana de aula: Fiz uma adaptação de um plano de aula com a história da dona baratinha

Plano de aula: Professora: Thalita Gonzaga Alunos atendidos: 1º ano Conteúdos: Linguagem oral e escrita, matemática TEMA: A História da Dona Baratinha. Justificativa A História da DONA BARATINHA é um gênero textual que estimula a reflexão sobre diferenças... como também possibilita a escrita, leitura e produção de forma dinâmica e prazerosa. Objetivos Desenvolver no aluno o prazer da leitura, Estimular a criatividade e o imaginário. Produzir vários gêneros textuais(listas de nomes, bilhete e receita) CRONOGRAMA: 4 horas. METODOLOGIA 1º Momento: Contar a história “A Dona Baratinha.” Após contar a história, conversar sobre o texto? Problematizar questionando: -Qual era o desejo da D. Baratinha? -O que aconteceu para que ela acreditasse que poderia realizar o seu desejo? -Quais os animais quiseram casar com ela e foram recusados? -O que fez D. Baratinha recusar seus pretendentes? -Porque ela não se casou? -Vocês mudariam o final da história? (ouvir as várias sugestões) Após contar a história, combinar de dramatizá-la no final da aula , com os alunos 2º Momento: Hora da produção Como toda festa precisa de preparativos... conversar com os alunos informando que eles irão criar um anúncio sobre o casamento da Dona Baratinha Anúncio: Produzir um anúncio(coletivo) avisando sobre o casamento da Dona Baratinha. Fazer um cartaz com o anúncio para colocar no mural. 3º Momento: Receita 4º Momento: Lista de convidados Criar uma lista de convidados para a festa da dona baratinha (Geralmente os alunos escolhem entre os colegas da turma). 5ºMomento: Teatro da Dona Baratinha Realizar o teatro /dramatização da Dona Baratinha cantando.... Música: Dona Baratinha ( Eliana) Recursos didáticos Livro Com a história da Dona Baratinha; material impresso contendo a receita, Aparelho de som. AVALIAÇÃO: Acompanhar atentamente o envolvimento dos alunos no decorrer das atividades propostas, por meio da observação.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Volta às Aulas


Em educação existem coisas que não se explicam, uma dessas, diz respeito à PAIXÃO-essência do amor que permanece: PAIXÃO DE ENSINAR, DE SER, DE CONVIVER E DE APRENDER, sem tempo de expirar.

Surpreenda com seu encatamento; contagie com seu entusiasmo, envolva com sua magia; ria, toque, cante, dance, escute, perceba, apaixone-se por tudo que escolher fazer e faça com amo e dedicação... Isso é educação

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Estágio EJA


Ainda não conclui todos os estágio supervisionados exigidos pela faculdade, mas tenho certeza que esse foi o mais marcante.
A vivência de estágio foi de grande importância no sentido de não somente observar o comportamento e rotina dos profissionais de ensino, mas também detectar em mim mesma pontos fracos que devem ser trabalhados tanto no quesito domínio de conteúdo quanto no âmbito pessoal e interpessoal.
O descaso do ensino público para a grande massa populacional é uma constante desde a colonização do Brasil historicamente, pois sempre esteve voltada para o beneficio da aristocracia rural e burguesia emergente. Assim sendo, uma incrível quantidade da população adulta analfabeta assumiu os postos de trabalho. Segundo algumas pesquisas de sensos educacionais a situação era dramática com mais de 80% da população analfabeta.
A historia da educação brasileira sempre foi tratada em segundo plano, sem políticas duradouras que provocassem resultados. E na EJA isso fica ainda mais claro.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

ESTAGIO EDUCAÇÃO INFANTIL


O tema atual serve de estimulo a todos aqueles que, envolvidos com o processo de alfabetização, procuram alcançar a saudável relação entre as que pensam e o que vive pela via da pesquisa sobre o cotidiano, buscando sempre refletir sobre sua pratica pedagógica. O trabalho bem orientado pela professora Iranice demonstra de maneira inovadora a importância das atividades lúdicas nas praticas educativas da alfabetização. A evolução da leitura e da escrita, tendência natural, expressiva e criativa da criança, pode ser facilitada pelo educador por meio de atividades lúdicas como apoio ao processo de aquisição da linguagem escrita e falada.
Ao conceber que o pedagogo tem papel essencial na busca da articulação do trabalho pedagógico e tendo em vista que a situação dos profissionais é bastante precária, trabalham com um número superior de crianças, e, considerando ainda a falta de profissionais especializados.
A história da Educação Infantil, a avaliação e a indisciplina na Educação Infantil, o papel do brinquedo no desenvolvimento da criança, fizeram parte dos temas analisados com os profissionais da Escola Municipal Barbosa Romeo que oportunizou a vivência de um dos papéis que se considera importante que o pedagogo desempenhe junto aos seus pares, qual seja, a realização da formação continuada.
Rossetti & Ferreira (1998) afirmam que “é fundamental que o educador realize sistematicamente uma reflexão sobre suas ações, de preferência antes e depois delas, através de planejamento e avaliação. É preciso que procure entender por que uma criança se comportou de uma determinada forma diante de uma situação qualquer [...], pois a avaliação é um processo não somente da criança, mas também do educador, que deve constantemente refletir sobre o que ele deve analisar questionar a respeito da educação da criança. Segundo
as autoras, esses questionamentos devem ir em busca de respostas que contribuam para o repensar da prática que está sendo realizada na instituição. Cada criança deve ser avaliada em relação a si própria e, para que isso se torne possível, é necessário que o educador crie alternativas para registrar o que foi observado diariamente, pois guardadas na memória essas informações podem se perder.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Feliz 2010!!!!


Que em 2010 a Educação não seja apenas escolher uma profissão, mas ter a missão e o desejo de educar.....
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Professor Reflexivo


No processo contínuo de construção de conhecimentos sobre a prática docente, instala-se a crescente compreensão da inadequação entre os fundamentos da metodologia de base cartesiana e os pressupostos de uma epistemologia crítica da prática docente. Nesse processo, vai se clarificando a emergência de novas concepções sobre a prática docente, o que colocará em evidência o professor que deve e pode ser reflexivo, bem como que não há saídas prescritivas à prática docente, mas soluções formativas, afinadas com teorias pedagógicas com finalidades emancipatórias.
Na crítica O processo de formação do professor reflexivo vai, aos poucos, requerendo um novo enfoque às metodologias investigativas, pautado em procedimentos científicos que permitam aos pesquisadores não só apreenderem e compreenderem a prática reflexiva, mas construí-la em processo. Nas duas últimas décadas, tem se presenciado, tanto no Brasil como em diversos países, movimentos, estudos e investigações que valorizam metodologias de pesquisa que incluam os práticos como co-protagonistas nos procedimentos de pesquisa e de autoformação.
As formas de fazer pesquisa-ação vão, historicamente, assumindo múltiplas e variadas vertentes. Ainda há hoje, no Brasil, muita controvérsia sobre as possibilidades da formação do professor-pesquisador e, mais que isso, das possibilidades de se realizar uma pesquisa na qual o investigador seja, ao mesmo tempo, aquele que pesquisa, aquele que participa, aquele que constrói no coletivo das práticas o conhecimento educacional.

domingo, 22 de novembro de 2009

Educação Inclusiva...


A inclusão social, por si só, busca inserir num contexto social mais amplo, grupos ou populações marginalizadas historicamente ou em conseqüência das radicais mudanças políticas, econômicas ou tecnológicas da atualidade. A educação inclusiva visa à eliminação de barreiras que impedem o acesso à escolarização e para tal perpassa não só pelo ambiente e estrutura física, mas pela formação de gestores e professores, proposta pedagógica da escola, organização do atendimento educacional especializado, promoção da acessibilidade, visando assegurar além do direito ao acesso de todos à escolarização as condições necessárias para uma educação de qualidade.
Fundamentada na concepção dos direitos humanos e nesses pressupostos foi publicada em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva que prevê a garantia do direito à educação para todas as crianças brasileiras com necessidades educacionais especiais, enfocando o ensino regular conjugado com o atendimento educacional especializado, oferecido no contraturno escolar. E ainda, articulado com a proposta pedagógica do ensino comum, prevê programas de enriquecimento curricular, o ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologia assistiva.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009




O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).

Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.

Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.

O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.

A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana da Consciência Negra.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009




O Ensino Técnico é voltado para estudantes de ensino médio ou pessoas que já possuam este nível de instrução. Pode ser realizado por qualquer instituição de ensino com autorização prévia das secretarias estaduais de educação. Seria um nivel intermediário entre o ensino médio e o ensino superior.
[editar] Modalidades de Ensino técnico

Ensino técnico integrado

Para a educação profissional de nível técnico, o aluno selecionado faz o curso técnico integrado ao ensino médio, obedecendo à opção de curso técnico feita no processo seletivo. Nesse caso, o aluno deve ter concluído o ensino fundamental antigo.

Ensino técnico com concomitância externa

Para a educação profissional de nível técnico, o aluno selecionado faz o curso técnico simultaneamente ao ensino médio cursado em outra instituição. Nesse regime, o aluno deve ter concluído o ensino médio (antigo segundo grau) ou estar cursando, no mínimo, a segunda série desse nível de ensino, para efeito de matrícula no respectivo curso técnico.

domingo, 25 de outubro de 2009

O Fantasma da Ópera uma discussão filosófica


O musical “O Fantasma da Ópera”, de Andrew Lloyd Webber, baseia-se num livro do escritor francês Gaston Leroux e aborda, dentre outros temas, a questão da beleza. Desde a antiguidade, procura-se, sem sucesso, conceituar a beleza. Essa discussão deixou de ser, meramente estética, e passou a ser, também, “objeto” de discussão filosófica. A definição de beleza é “problemática”, já que esse conceito tem um caráter, quase que estritamente, subjetivo. Não pode haver nenhuma regra de gosto objetiva, que determine, por meio de conceitos, o que seja belo. Para Platão, o belo está relacionado ao que é agradável à vista.
Na crítica da obra de arte, o conceito de belo entra em parceria com as noções de gosto, de equilíbrio, de harmonia, de perfeição efeitos que se produzem no sujeito apreciador, ou seja, a beleza pode estar, também, nos olhos de quem vê. Nos subterrâneos da Ópera de Paris, um fantasma assusta a todos. Mas será mesmo um fantasma? Em toda a trama, o filme nos desperta as mais variadas sensações e, nas entrelinhas, nos deixa uma importante reflexão: seria a genialidade inútil se a ‘beleza’ não acompanhar o gênio? O “Fantasma”, desde cedo, foi rejeitado pela sociedade, pois estava fora de um padrão determinado pela sociedade e pela mídia.
A cena do baile de máscaras é uma das mais elaboradas. As coreografias foram milimetricamente executadas, as luzes são fortes, vibrantes. As falas, nessa cena, reforçam a idéia de que as máscaras são necessárias. Elas escondem quem você realmente é e te envolvem num faz-de-conta, onde há a possibilidade de ser quem você quiser. Em um dos trechos ele desabafa: um fantasma que “sonha secretamente com a beleza” se o “padrão” é cruel com os “diferentes”, “esconda seu rosto, para que o mundo não o encontre”, ou mascare-se, para que o mundo aceite você. Sem dúvida, a vaidade a estética e o culto à saúde, são muito importantes, isso só se torna um problema quando há uma supervalorização que interfira na sua auto-afirmação como individuo. Não é raro que esse excesso de preocupação com a beleza e a estética esteja a serviço de evitar confrontos com a realidade, ou com sentimentos de frustração, medo, angústias e inseguranças.
A valorização desses atributos externos está enraizada em nossa consciência por uma construção de conceitos de beleza que são interiorizados logo que somos apresentados a sociedade isso acontece quando desde a infância ouvimos histórias de conto de fadas que nos mostra como ideal de modelo feminino é, loira de cabelo lisos, magríssimas e passivas cujo único desejo é encontrar um lindo príncipe encantado: forte, valente, protetor, bonito, etc. Quase sempre são personagens sem identidade própria, sem atitude e esvaziadas de conteúdo. E o que dizer das bruxas más que são sempre feias.
Dessa forma os sentidos visuais e morais se confundem, gerando assim uma sinestesia ao tipo considerado feio, como sendo desprovido de bom caráter, basta ver como é construído o perfil dos vilões e transgressores da lei, fica claro no ditado popular: “bonitinho, mas ordinário”, como se houvesse necessariamente uma proporção entre estética e moral.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

LDB


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) define e regulariza o sistema de educação brasileiro com base nos princípios presentes na Constituição. Foi citada pela primeira vez na Constituição de 1934.

A primeira LDB foi criada em 1961, seguida por uma versão em 1971, que vigorou até a promulgação da mais recente em 1996.

Lei de Diretrizes e Bases - 1996

Com a promulgação da Constituição de 1988, a LDB anterior (4024/61) foi considerada obsoleta, mas apenas em 1996 o debate sobre a nova lei foi concluído.

A atual LDB (Lei 9394/96) foi sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo ministro da educação Paulo Renato em 20 de dezembro de 1996. Baseada no princípio do direito universal à educação para todos, a LDB de 1996 trouxe diversas mudanças em relação às leis anteriores, como a inclusão da educação infantil (creches e pré-escolas) como primeira etapa da educação básica.

Principais características

* Darcy Ribeiro foi o relator da lei 9394/96
* Gestão democrática do ensino público e progressiva autonomia pedagógica e administrativa das unidades escolares (art. 3 e 15)
* Ensino fundamental obrigatório e gratuito (art. 4)
* Carga horária mínima de oitocentas horas distribuídas em duzentos dias na educação básica (art. 24)
* Prevê um núcleo comum para o currículo do ensino fundamental e médio e uma parte diversificada em função das peculiaridades locais (art. 26)
* Formação de docentes para atuar na educação básica em curso de nível superior, sendo aceito para a educação infantil e as quatro primeiras séries do fundamental formação em curso Normal do ensino médio (art. 62)
* Formação dos especialistas da educação em curso superior de pedagogia ou pós-graduação (art. 64)
* A União deve gastar no mínimo 18% e os estados e municípios no mínimo 25% de seus respectivos orçamentos na manutenção e desenvolvimento do ensino público (art. 69)
* Dinheiro público pode financiar escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas (art. 77)
* Prevê a criação do Plano Nacional de Educação (art. 87)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A Pedagogia Hospitalar vem se expandindo no atendimento a criança hospitalizada.
A visão humanística que muitos dos hospitais do Brasil procuram enfatizar na sua prática, vem demonstrando que não é só o corpo que deve ser "olhado", mas o ser integral, suas necessidades físicas, psíquicas e sociais. O pedagogo, ao promover experiências vivenciais dentro de um hospital - brincar, pensar, criar, trocar - estará favorecendo seu desenvolvimento, que não deve ser interrompido em função de uma hospitalização.

No Hospital Infantil Joana de Gusmão, a atuação deste profissional iniciou na década de 70 com a implantação do Programa de Recuperação Neuropsicomotora de Crianças Severamente Desnutridas, onde a equipe multiprofissional assistia a criança em suas especificidades afetivas, cognitivas e sociais.
Atualmente, as ações da equipe pedagógica vêm sendo desenvolvidas através de programas educacionais, realizados por pedagogas, professoras, recreadoras e estagiários.

Os programas são:

- Ambulatório - triagem - diagnóstico, orientação e acompanhamento escolar para crianças com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e com dificuldades na aprendizagem;
- Atendimento Pedagógico em Equipe Multidisciplinar - atendimento nas unidades viabilizando a interação entre equipe multidisciplinar do hospital e o processo escolar;
- Classe Hospitalar - continuidade da escolaridade formal, mantendo a sistematização da aprendizagem, promovendo o desenvolvimento e contribuindo para a reintegração à escola após alta hospitalar;
- Recreação - oportuniza o brincar como proposta terapêutica, possibilitando através do brinquedo e brincadeiras, reelaborar as manifestações de alegria e do lazer, resgatando a vitalidade e autoconfiança;
- Estimulação essencial - para crianças de 0 a 6 anos com atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Educação especial


A educação especial é uma modalidade de ensino, que visa promover o desenvolvimento global a alunos portadores de deficiências, que necessitam de atendimento especializado, respeitando as diferenças individuais, de modo a lhes assegurar o pleno exercício dos direitos básicos de cidadão e efetiva integração social.
Proporcionar ao portador de deficiência a promoção de suas capacidades, envolve o desenvolvimento pleno de sua personalidade, a participação ativa na vida social e no mundo do trabalho, são objetivos principais da educação especial e assim como o desenvolvimento bio-psiquico-social, proporcionando aprendizagem que conduzam a criança portadora de necessidades especiais maior autonomia.
A prática pedagógica adaptada as diferenças individuais vêem sendo promovidas dentro das escolas do ensino regular. No entanto, requerem metodologias, procedimentos pedagógicos, materiais e equipamentos adaptados.
O professor especializado deve valorizar as reações afetivas de seus alunos e estar atento a seu comportamento global, para solicitar recursos mais sofisticados como a revisão medica ou psicológica. E outro fato de estrema importância na educação especial é o fato de que o professor deve considerar o aluno como uma pessoa inteligente, que têem vontades e afetividades e estas devem ser respeitada, pois o aluno não é apenas um ser que aprende.
A educação especial atualmente é prevista por lei e foi um direito adquirido ao longo da conquista dos direitos humanos. A garantia de acesso a educação e permanência da escola requer a pratica de uma política de respeito às diferenças individuais.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A pedagogia hospitalar


A pedagogia hospitalar busca oferecer assessoria, atendimento emocional e humanístico tanto para o paciente como para o familiar que, muitas vezes, apresentam problemas de ordem psicoafetiva que podem prejudicar na adaptação no espaço hospitalar. Ela acontece quando crianças ou jovens ficam internados por um longo período perdendo aulas. O pedagogo prepara o conteúdo e, dentro do próprio hospital, realiza as atividades propostas de forma adequada a cada paciente, para que o fato de estarem hospitalizadas não seja ainda mais doloroso e acabe prejudicando tanto sua saúde quanto seus estudos.

A prática do pedagogo se dá através das variadas atividades lúdicas e recreativas como a arte de contar histórias, brincadeiras, jogos, dramatização, desenhos e pinturas, a continuação dos estudos no hospital.

sábado, 5 de setembro de 2009

Pensamentos de freire


Paulo Freire


"O professor é um coordenador de atividades que organiza e atua conjuntamente com os alunos."


Paulo Freire


"A construção do conhecimento se faz através do diálogo"

Paulo Freire


"Se aprende com as diferenças e não com as igualdades"


Paulo Freire


Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.


Paulo Freire


"A consciência bancária 'PENSA QUE QUANTO MAIS SE DÁ MAIS SE SABE'.Mas, a experiência revela que com este mesmo sistema só se forma indivíduos medíocres porque não há estímulo para a criação"

sábado, 29 de agosto de 2009

Educação: Comportamento e Atitudes


A verdadeira educação é a capacitação para a obediência que só pode acontecer em espírito de disponibilidade, e de transgressão. A pessoa bem educada é sempre alguém livremente responsável.
Em nível de sociedade, quando o assunto é educação parece haver uma preocupação no sentido de levar as pessoas a se comportarem de uma determinada maneira, de uma forma ou de outra, todos deverão ser enquadrados, pois nenhuma sociedade suporta por muito tempo uma situação de desordem generalizada.
A verdadeira educação, ou civilização, deveria levar a uma relativização progressiva dos mecanismos coercitivos. Na verdade, as chamadas nações civilizadas são justamente onde as leis são aplicadas com rigor.
É terrivelmente precária a situação de uma sociedade que se pauta por níveis razoáveis de funcionalidade que estão expostas ao arbítrio sempre que os mecanismos coercitivos são abolidos ou se perdem. Pode-se acreditar que uma verdadeira educação mede-se por seu reflexo na antropologia, um autêntico processo educativo pode ser reconhecido por sua capacidade de levar as pessoas a uma adesão profunda aos valores que asseguram densidade e consistência à vida.
Em síntese, a educação deveria dar origem a um ser humano novo, capaz de não reproduzir a situação anterior e sempre aberto a criar novas situações de liberdade e dignidade humana. Quanto mais educado o provo, menor será o espaço reservado aos mecanismos coercitivos. Inversamente, quanto maior for a necessidade sentida por tais mecanismos, menor será o nível de educação atingido. As pessoas realmente educadas dispensam toda forma de pressão.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Psicologia Infantil


Psicologia Infantil é o estudo do comportamento infantil que inclui características físicas, cognitivas, motoras, lingüísticas, perceptivas, sociais e emocionais, desde o nascimento até a adolescência. A criança deve ser vista como um todo, emocionalmente e intelectualmente, estando estas duas componentes intimamente interligadas enquanto se vão desenvolvendo. A forma como uma criança desenvolve os seus afectos vai influenciar a forma como se vai desenvolver cognitivamente e o inverso também acontece
Os diversos aspectos do desenvolvimento da criança abrangem o crescimento físico, as mudanças psicológicas e emocionais e a adaptação social. Existe uma concordância geral de que os modelos de seu desenvolvimento estão determinados por condições genéticas e circunstâncias ambientais: existe um componente genético nas características da personalidade; o crescimento físico depende da saúde; até os dois anos de idade, ocorrem as mudanças mais drásticas na atividade motora. A velocidade para adquirir estas capacidades é determinada de forma congênita.
As relações sociais infantis supõem interação e coordenação dos interesses mútuos, onde são adquiridos modelos de comportamento social através dos jogos. Além disso, a criança aprende a necessidade de um comportamento cooperativo e de uma organização para alcançar objetivos em grupo. As crianças aprendem o que é aceitável e inaceitável no seu comportamento e, mediante a socialização, conhecem o conceito de moralidade. O pensamento moral apresenta um nível inferior (a regra se cumpre sozinha para evitar o castigo) e um superior (a pessoa compreende racionalmente os princípios morais universais necessários para a sobrevivência social).

domingo, 23 de agosto de 2009

Politica Educacional brasileira


O termo “ política” tem inúmeros significados. O conceito encadeou-se , assim, ao poder do Estado – ou sociedade
política – em atuar, proibir, ordenar , planejar, legislar, intervir, com efeitos vinculadores a um grupo social definido e ao exercício do domínio exclusivo sobre um território e da defesa de suas fronteiras.
O Estado é compreendido como produto da razão, ambiência social marcada pela racionalidade , única na qual o ser humano encontrará a possibilidade de viver nos termos da razão, ou seja, de acordo com sua natureza. As políticas públicas emanadas do Estado anunciam-se nessa correlação de forças, e nesse confronto abrem-se as possibilidades para implementar sua face social, em um equilíbrio instável de compromissos, empenhos e responsabilidades. É estratégica a importância das políticas públicas de caráter social – saúde, educação, cultura, previdência, seguridade, informação, habitação, defesa do consumidor – para o Estado capitalista.

domingo, 9 de agosto de 2009

Pedagogia para Vida = Arteterapia


Arteterapia é o termo que designa a utilização de recursos artísticos em contextos terapêuticos; Esta é uma definição ampla, pois pressupõe que o processo do fazer artístico tem o potencial de cura quando o cliente é acompanhado pelo arteterapeuta experiente, que com ele constrói uma relação que facilita a ampliação da consciência e do auto-conhecimento, possibilitando mudanças. É um campo de interface com especificidade própria, pois não se trata de simples “fusão” de conhecimentos de arte e de psicologia. Isso significa que não basta ser psicólogo e “gostar de arte” ou ser artista arte-educador e “gostar de trabalhar com pessoas com dificuldades especiais”. A formação em arteterapia além das matérias de arte e psicologia necessárias, compreende também um corpo teórico e metodológico próprios, que abrange conhecimentos da história da arteterapia, conhecimento dos processos psicológicos gerados tanto no decorrer da atividade artística como na observação de trabalhos de arte, conhecimento das relações entre processos criativos, terapêuticos dos diferentes materiais e técnicas, conhecimento dos fundamentos teóricos e metodológicos da abordagem, vivência pessoal e prática supervisionada.
A Arteterapia é um caminho através do qual cada indivíduo pode encontrar possibilidades de expressão para, através de técnicas e materiais artísticos, processar, elaborar e redimensionar suas dificuldades na vida.
a Arteterapia atende a qualquer pessoa que tenha problemas emocionais ou psicológicos ou queira saber mais sobre si própria, especialmente se acha difícil exprimir-se por palavras. É especialmente recomendado em grupo para pessoas com dificuldades no relacionamento com os outros ou que sofram de problemas, como Alcoolismo, Anorexia e Bulimia, Dependência de Drogras, Deficiências Físicas ou Mentais que interferem na capacidade de comunicação. Muitas vezes elas conseguem exprimir medos e necessidades que estão tão profundamente ocultos que a pessoa normalmente nem tem consciência deles. Dar-lhes uma forma visual, com tintas, barro ou qualquer outro meio artístico, pode ser a primeira fase no processo de cura, pois ajuda a pessoa a reconhecer seus problemas e a redescobrir sua capacidade criativa.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pedagogia Hospitalar


Sabemos que a Pedagogia é um campo de atuação da educação que lida com o processo de construção do conhecimento, e que o
profissional dessa área é o mais apto a mediar e nortear a educação, que por sua vez é guiada pela fixação de regras que só se colocam por conta da existência de objetivos educacionais. Por outro lado sabemos que o ambiente hospitalar, é um centro de referência e tratamento de saúde, que acaba por gerar um ambiente muitas vezes de dor, sofrimento e morte, causando uma forma de ruptura dessas crianças e adolescentes com os laços que mantém com seu cotidiano e produção da existência da construção de sua própria aprendizagem. Mediante a problemática de saúde que requeriam hospitalização, independente do tempo de internação, através das políticas públicas e estudos acadêmicos, surge a necessidade da implantação da Pedagogia Hospitalar.
O atendimento pedagógico em ambiente hospitalar é reconhecido pela legislação brasileira como direito da continuidade de escolarização aquelas crianças e adolescentes que se encontrem hospitalizados (CNDCA 1995).
O atendimento Pedagógico Hospitalar teve seu inicio na década de 50, na Cidade do Rio de Janeiro no Hospital Escola Menino Jesus, serviço esse que se mantêm até atualidade; servindo como um resgate da criança e ou adolescente, fazendo um elo entre sua realidade atual, como interno, e a vida cotidiana. O Profissional que atua na Pedagogia Hospitalar, tem formação de educador e que por meio de diversas atividades pedagógicas, acompanha e intervêm no processo de aprendizagem do educando, além de fornecer subsídios para a compreensão do processo de elaboração da doença e da morte, explicar procedimentos médicos e auxiliar a criança e o adolescente na adaptação hospitalar, dando oportunidade para que os mesmos possam exercer seus direitos de cidadãos.
A Pedagogia Hospitalar, dividi-se, basicamente em três modalidades:
Classe Hospitalar – Refere-se á escola no ambiente hospitalar na circunstancia de internação temporária ou permanente, garantindo o vinculo com a escola e/ou favorecendo o seu ingresso ou retorno ao seu grupo escolar correspondente.
Brinquedoteca – Brincar é muito importante para a criança, pois é por meio desta ação que ela usufrua de plenas oportunidades que possibilita desenvolver novas competências e aprender sobre o mundo, sobre as pessoas, e sobre si mesma. A brinquedoteca socializa o brinquedo, resgata brincadeiras tradicionais, e é o espaço onde está assegurado á criança o direito de brincar.
Recreação Hospitalar – Atividade que oferece a oportunidade da criança brincar, mas brincar não se limita somente ao contato ou interação com o objeto brinquedo, fundamental é constituir a possibilidade de uma atividade que pode ser realizada em um espaço interno ou externo.